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A Paróquia

HISTÓRIA DA PARÓQUIA

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OS PRIMEIROS PASSOS

Contexto histórico

No início da década de 1970, o Rio de Janeiro começava sua expansão para a Barra da Tijuca, onde havia apenas a Igreja de São Francisco de Paula da Ordem dos Mínimos. O Recreio era um bairro distante, com poucas casas de famílias que procuravam o local para veraneio.

No contexto nacional, 33,6% da população brasileira era de analfabetos e o Mobral – Movimento Brasileiro de Alfabetização surgiu nesta época para dar continuidade às campanhas de alfabetização de adultos iniciadas com o intelectual e educador Lourenço Filho.

O Mobral foi iniciado na Barra com três classes, e em setembro de 1975, em fase de expansão, já tinha seis classes em colégios no bairro. Frei Constantino Mandarino – Frei Dino – então pároco da Igreja São Francisco de Paula, Barra da Tijuca, desde o início deu apoio ao projeto, inaugurando, em 19 de outubro de 1975, numa sala da paróquia, um Posto Cultural com livros e uma estação de rádio com o objetivo de dar apoio aos alfabetizandos.

Em busca de novos espaços para expandir o Mobral, Frei Dino saiu do início da Barra em direção ao Recreio e foi até Guaratiba. Desta forma descobriu, no Recreio dos Bandeirantes, fiéis católicos dispostos a caminhar na fé e a ajudá-lo.

A partir desta descoberta teve início a Comunidade Católica do Recreio dos Bandeirantes, hoje Paróquia Imaculada Conceição. Neste início eram realizadas reuniões nas casas de alguns moradores.

Chegada do primeiro padre

Depois do encontro do Frei Dino com os moradores do Recreio e das primeiras reuniões, chegou à Paróquia de São Francisco de Paula, em 10 de novembro de 1975, o Frei Giorgio Barone, vindo de São Paulo, onde vivia desde 1974, quando chegou da Itália. Frei Giorgio passou a integrar a comunidade dos Padres Mínimos. A partir daí teve início efetivo a formação da primeira Comunidade Católica do Recreio dos Bandeirantes, com assistência religiosa aos moradores e frequentadores do bairro, pois já há um certo tempo sentia-se essa necessidade.

Nesta época, era Arcebispo da Cidade do Rio de Janeiro o Cardeal Dom Eugênio de Araújo Salles, e Chanceler do Arcebispo o Monsenhor Abílio Ferreira da Nova.

Outro fator fundamental para o surgimento da primeira Comunidade Católica do Recreio foi a disposição da diretoria do Clube dos Gerentes de Bancos (GEBAN), cujo presidente, membro do Serra Clube, acolheu com generosidade o pedido feito pelo Freio Giorgio, abrindo as portas do clube para os fiéis.

Início no clube GEBAN

A primeira missa foi celebrada, com muito entusiasmo, em 29 de novembro de 1975, no Clube GEBAN, contando com a participação dos moradores e dos membros do Serra Clube.  A partir da primeira semana de dezembro do mesmo ano, Frei Giorgio começou a celebrar no clube quinzenalmente, aos sábados à tarde. Após um ano, as Celebrações Eucarísticas passaram a acontecer todos os domingos de manhã. Uma senhora da comunidade, D. Sedinha, dentre outras, destacou-se na preparação das celebrações e também foi responsável pela preparação de um pequeno grupo de crianças para a Primeira Comunhão.

Também no GEBAN foram promovidas festas juninas e bingos, que logo passaram a ser considerados eventos de destaque no bairro. Estes eventos tinham como objetivo arrecadar fundos para a construção de uma futura igreja. Além das atividades no clube, também aconteciam jantares e outros eventos nas casas dos membros da comunidade com o mesmo objetivo. Também foi criado um “pedágio” na Avenida Gláucio Gil, onde pessoas da comunidade se dispunham a pedir uma contribuição aos motoristas que por ali passavam para a construção da igreja.

Em 21 de março de 1978, pela primeira vez foi realizada uma confissão comunitária para os fiéis do Recreio, também no Clube GEBAN. Foi apresentada em slides a parábola do filho pródigo e, após uma breve reflexão, procedeu-se à confissão. Foi um grupo pequeno, mas sem dúvida tornou-se uma semente valiosa.

No início, todos os paroquianos se conheciam e havia uma comunidade muito forte. Eram realizadas visitas aos moradores para o convite aos sacramentos, especialmente o batismo, e também aos poucos comerciantes do bairro com o objetivo de conseguir doações.

Nos tempos litúrgicos fortes, a comunidade realizava reuniões de reflexão e oração nas casas dos fiéis para a preparação para a Páscoa e para o Natal. Numa destas reuniões da Campanha da Fraternidade, no ano de 1979, foi fundada a Associação de Moradores do Recreio – AMOR.

Um terreno para a futura paróquia

A comunidade em expansão começa a sentir a necessidade de um local próprio para se reunir e desenvolver suas atividades pastorais e sociais.

Foi em setembro de 1976, durante a visita pastoral de D. Carlos Alberto Navarro à Paróquia de São Francisco de Paula, que o Frei Dino, acompanhado de Frei Giorgio, o levaram para conhecer o Recreio dos Bandeirantes e relataram ao Sr. Bispo que esta era uma área que não pertencia à Paróquia de São Francisco de Paula, mas que estava sendo atendida por ela em “gesto de generosidade pastoral”, conforme relatou Frei Dino. Disseram ainda ao Sr. Bispo que era graças ao entusiasmo e empenho de Frei Giorgio que se iniciava ali uma promissora comunidade de base, que inclusive já contava com equipe de catequese.

E, durante esta visita, Frei Dino informou ao Sr. Bispo: “Existe um terreno pertencente à Paróquia Nossa Senhora de Lourdes, de Vila Isabel, que fica perto do Clube GEBAN. A Arquidiocese poderia ajudar providenciar o início de sua utilização.”

Iniciou-se então uma consulta junto à Mitra, que identificou que o endereço do citado terreno era Rua Humberto Cozzo, 41.

Algum tempo depois a Mitra autorizou a utilização do terreno. A comunidade fincou ali uma cruz de madeira e começou a celebrar missas no local, debaixo de chuva ou de sol.

 

Nossa Senhora Estrela do Mar

Em 26 de junho de 1978 Frei Giorgio escreveu uma carta à Arquidiocese onde falava de seu projeto de dar o título de Nossa Senhora do Mar ao templo que pensava em construir. Ao final de agosto recebeu a resposta dada pela Sagrada Congregação para os Sacramentos e o Culto Divino: “Visto que, na Sagrada Liturgia, a Virgem é invocada com a denominação “Stella Maris”, este Sacro Dicastério propõe que o título da nova igreja seja completado no sentido acima dedicado: – Nossa Senhora Estrela do Mar”. O documento foi assinado por D. Carlos Alberto E.  G. Navarro, Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro, e por D. Carmine Rocco, Núncio Apostólico.

Endereço definitivo, instalações provisórias

Em dezembro de 1981 a Prefeitura concedeu a licença para a construção do templo;  a partir daí multiplicaram-se os esforços para arrecadar fundos, e em 2 de abril de 1982, na festa litúrgica de São Francisco de Paula, as obras da casa paroquial tiveram início.  Em 28 de agosto de 1983 foi instalada, no espaço reservado ao templo, uma capela provisória em madeira. Foi uma grande realização da comunidade e motivo de grande alegria para Frei Jorge – como gostava de ser chamado pela comunidade. A bênção, feita de maneira simples pelo próprio Frei Jorge, foi dada durante a celebração da Santa Missa.

Dessa forma, fazendo uso de sua fé, coragem e capacidade organizativa, a comunidade do Recreio conseguiu construir provisoriamente um lugar de culto, a partir de uma cruz fincada no terreno. Esta situação, de uma capela provisória no Recreio, perdurou por quatro anos.

Em abril de 1984, no sábado anterior ao Domingo de Ramos, na parte da tarde, o Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales, participou da cerimônia da bênção por ocasião do lançamento da pedra fundamental da igreja e, ao final de 1984, começou a ser construída a estrutura da nova igreja.

 

 

Criação da Paróquia

No período de 6 a 9 de junho de 1985, aconteceu a visita Pastoral  de D. João d’Ávila Moreira Lima à Paróquia São Francisco de Paula. Por ocasião desta visita, no dia 9, às 9 horas, celebrou-se uma missa no Recreio dos Bandeirantes onde o Sr. Bispo encontrou-se com a comunidade juntamente com os Frei Dino e o Frei Jorge. D. Ávila pôde verificar a situação das obras da igreja e viu que a estrutura de concreto e a cobertura que já estavam terminadas. Além disso havia, nos fundos, uma excelente capela e instalações para a residência do sacerdote incluída na estrutura de concreto. A não ser nos dias chuvosos, as instalações provisórias da igreja já podiam ser utilizadas.

Muito pouca experiência e escassos recursos, segundo Frei Dino, não permitiram a construção de um templo mais elaborado; os bancos não tinham encosto, mas “já dava para começar a trabalhar”, afirmou Gabriel, paroquiano, na época um garoto e  posteriormente foi um dos primeiros coroinhas. Nessa ocasião eram cerca de 30 paroquianos A construção era um verdadeiro caixote com um teto em Eucatex; um galpão coberto, decorado com samambaias no altar para as celebrações.

Depois desta importante visita, quando o Bispo pôde verificar todo o empenho da comunidade ali formada, considerando o crescimento demográfico da Arquidiocese, principalmente com o grande número de fiéis a ela confiados, e depois de ouvir o parecer dos Bispos Auxiliares e Vigários Gerais, dos Vigários Episcopais e do Conselho Presbiteral e de acordo com as normas canônicas em vigor, resolveram criar e erigir a Paróquia de Nossa Senhora Estrela do Mar, que passa a pertencer ao Vicariato Episcopal Sul, desmembrando-se da Paróquia Salvador do Mundo, em Guaratiba.

A nova Paróquia tinha o seguinte limite geográfico: a linha divisória tinha início na entrada do Canal de Sernambetiba, no Oceano Atlântico, por cuja praia segue até atingir o Canal do Cortado, subindo por este canal até a altura da Rua da Servidão. Continua por esta rua até a Avenida das Américas. Daí, dobrando para a direita, atinge a Rua Antonio Batista Bittencourt, a Avenida Alfredo Baltazar da Silveira, tomando o muro da Reserva Biológica, percorrendo-o até o Oceano Atlântico, onde está o ponto inicial.

Assinaram este decreto de criação da Paróquia o Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales, Arcebispo do Rio de Janeiro, e o Monsenhor Abílio Ferreira da Nova, Chanceler do Arcebispado.

Igreja em obras

A obra continuou em ritmo lento de 1985 a 1988, e em 1988 foi finalmente colocado o piso no altar em granito e os degraus em mármore. Em 21 de maio de 1988 foi colocada a mesa do altar-mor, feita com pedras semipreciosas do Brasil, doadas pela empresa LEGEP, sediada no bairro.

Em fevereiro de 1989 realizou-se a primeira reunião do Conselho com o objetivo de constituir a sua diretoria, que ficou assim registrada: Presidente do Conselho – Pároco Frei Giorgio Barone e os Membros Maria Fátima N. Ferreira (Pastoral da Catequese), Ana Cristina Furtado (Pastoral da Crisma, Otacílio), Ruth Dias (Círculos Bíblicos), Adolfo Assis e Maria Aparecida N. Alias (Conselho Administrativo) e Zulmira N. Ferreira – Pomoções Humanas.

Durante o ano de 1989 chega a notícia de que a Ordem dos Mínimos entregará a Paróquia à Arquidiocese e que o Frei Jorge, como conseqüência, deixaria o Recreio. Os paroquianos se unem e mandam carta à Ordem dos Mínimos, pedindo pela permanência do Frei Giorgio ligado à Paróquia.

Dizia a carta: “Para nós, o Frei Jorge tem sido verdadeiramente pastor para suas ovelhas e batalhador incansável na luta pela construção de uma casa para Deus no Recreio dos Bandeirantes. Achamos necessário lhe explicar a luta que travamos para construir nossa igreja. No início, a missa era feita num clube. Os anos foram passando, fizemos festas, bingos, campanhas, pedágios nas ruas, pedindo doações. Qualquer ajuda para nós era muito bem-vinda. E aos poucos fomos construindo nossa igreja. Mas falta algo que para nós e para o Frei Jorge é importante – a inauguração da nossa igreja. Gostaríamos de pedir que o Frei Jorge possa ficar, apenas como pároco titular de nossa igreja, até a inauguração”. A resposta veio em setembro e dizia que a Ordem não ficaria com a Paróquia e que o Frei Jorge assumiria outra missão.

frei-jorgeA Ordem dos Mínimos entregou, em 14 de novembro de 1989, a paróquia à diocese, que nomeou então o Padre Edney Gouvêa Mattoso, atualmente Bispo de Nova Friburgo, para ser o 2° pároco. Dessa forma, o Pe. Edney acumulou as funções de pároco da Paróquia de São Marcos e da Paróquia Nossa Senhora Estrela do Mar.

Padre Edney encontrou a Paróquia edificada, naquilo que tinha sido possível fazer, e uma comunidade sedenta.

Em março de 1991 estabeleceu-se oficialmente o Conselho Pastoral: Pe. Edney Gouvêa Mattoso,  pároco; José Jasbik Sobrinho e Adolpho Sá de Assis, do Conselho Administrativo; Maria da Paz Nascimento, Eleusa Luise e Maria Helena Nunes, do Batismo; Ana Maria Cristina Furtado, da Crisma; Regina Jaques de Moraes, da Pastoral da Saúde; Miretta Alice Mendes de Assis, da Pastoral do Dízimo; Celso Lima Godinho e Zuleika, da Pastoral da Família; e mais uma pessoa da  Pastoral de Eventos.

Nova titulação da Paróquia

O nome original da paróquia, Nossa Senhora Estrela do Mar, escolhido pelos Mínimos, na pessoa de Frei Jorge, criava polêmicas e gerava equívocos. Padre Edney relata o que ouvia das pessoas em carta enviada ao Cardeal Arecebispo D. Eugênio Sales: “as alegações variavam do simples desagrado a justificativas que considero inteiramente válidas porque envolvem aspectos pastorais de sincretismo a confusão com centro espírita, igreja brasileira e, até mesmo, centro de umbanda. Existe, inclusive, na praia próximo à Paróquia, um “trailer” com a pintura de uma sereia, tendo como legenda “A Estrela do Mar”.

Assim, em 13 de julho de 1991, após ouvir vários membros da comunidade e consultar a Cúria Metropolitana, a conselho desta foi realizado um plebiscito paroquial para definir a permanência ou não da titulação da paróquia. O plebiscito aconteceu após a missa e, das 220 pessoas que votaram, 142 foram favoráveis à mudança. Foi feito então um novo plebiscito nos dias 20 e 21 de julho onde foram apresentadas à comunidade 13 opções de nomes, inspirados nas festas marianas, para serem votados com a finalidade de escolher um novo título para a paróquia. Ao todo votaram 230 pessoas, das quais 175 escolheram Imaculada Conceição. No dia 4 de dezembro chegou a aprovação da Arquidiocese para a mudança do nome. Em 8 de dezembro de 1991, Dom José Carlos de Lima Vaz celebrou a missa solene da Imaculada Conceição com a leitura do decreto de mudança de título. Quando foi anunciada a nova denominação, os paroquianos acolheram, cantando espontaneamente a música que posteriormente foi adotada como hino da comunidade: “Imaculada, Maria de Deus …”.

Conclusão das obrasDSC06918

Ao longo de 1992 foram feitas as obras da casa paroquial, para acolher mais um padre, construídos a secretaria e o coro e também foram comprados os novos bancos, agora com encosto. Foram iniciadas as obras da fachada com a doação feita pela família do Frei Giorgio Barone. Também tiveram início as obras da torre da igreja e a produção dos dez vitrais que adornariam as paredes laterais.

No final deste ano, um paroquiano, José Jasbik, doou uma lona de circo de 300m2, especialmente fabricada para a igreja, de cor branca com estrelas e tiras azuis, que permitiria a realização de celebrações e eventos. As celebrações começaram a ser realizadas fora do templo, no toldo doado, para que as obras pudessem começar e a construção simples pudesse dar lugar a uma bonita igreja.

Desta forma foi possível fazer a obra de transformação da antiga sacristia em capela do Santíssimo Sacramento, em andamento desde agosto de 1992. No final do ano chegou o primeiro vitral: a rosácea, que é uma reprodução da Imaculada Conceição de Murillo.

No início de 1993, a obra da torre foi concluída, faltando somente a colocação do sino. A torre foi projetada para ter quatro sinos ativados eletronicamente, mas até aquele momento só havia dois sinos que precisavam de reforma e também faltava a escada de acesso ao sino. A Capela do Santíssimo ficou pronta, faltando somente o acabamento.

Em outubro do mesmo ano foi abençoado o vitral central, rosácea, da Imaculada Conceição que, em conjunto com os outros dez vitrais representam os Mistérios do Santo Rosário (Gozosos, Dolorosos e Gloriosos). Teve início a troca do forro de papelão e das telhas de amianto por laje, gesso e telhas de barro. Foi feita campanha para a compra das telhas, e em dois dias arrecadou-se o valor necessário.
Acompanhamento-Obra---concEm 1994, as portas laterais, que eram em número de quatro, foram trocadas, ficando apenas uma de cada lado. Ainda em maio do mesmo ano, um artista de nome Hildebrando Lima foi convidado para esculpir um anjo todo em bronze para a Capela do Santíssimo, e foram também doadas a pia batismal em pedra sabão e as pias de água benta para o átrio da igreja. Além de todas essas providências, foi iniciada a pintura do quadro da Imaculada Conceição inspirada em uma obra das Imaculadas de Murillo (pintor espanhol) pela artista Maria Luiza D’Ávila Teixeira como doação à nova igreja.

Durante toda esta fase de obras as missas foram celebradas sob o toldo e os batizados foram transferidos para a Paróquia de São Marcos.

Dedicação do templo

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Em 10 de novembro de 1994 realizou-se a solene dedicação da Igreja Imaculada Conceição do Recreio durante a Missa celebrada pelo Cardeal D. Eugênio de Araújo Sales, então arcebispo da Cidade do Rio de Janeiro. Participaram no serviço do altar vários diáconos, seminaristas e coroinhas. O canto ficou a cargo do coral da Paróquia e também do coral da Caixa Econômica Federal. Foi expressiva a participação do povo; todo o templo estava decorado com lírios brancos e outras flores. Foi um grande e inesquecível acontecimento. Na ocasião foi distribuído a todos os fiéis um texto que visava explicar a razão de ser de cada objeto na composição do interior da Igreja.

Em prosseguimento, em 1995 foram projetadas as varandas laterais, que proporcionaram uma alternativa abrigada do sol e da chuva em dias onde a afluência de pessoas era maior. O término da construção das varandas aconteceu no início de 1996.

No final do ano de 1996, teve início a obra das salas anexas, no pátio. Foram construídas três salas de 3,10 x 7,50m, secretaria de 3,00 x 3,50m, além de dois banheiros e uma área de ventilação interna. As obras terminaram em junho de 1997.