Highslide for Wordpress Plugin

Cristo que por amor de nós fez-se pão repartido

CorpusChristi (2)Rio de janeiro – Na linda manhã ensolarada do dia 04 de junho a comunidade paroquial celebrou solenemente a festa de Corpus Christi. O pátio da Igreja revestido pelo lindo tapete confeccionados pelos grupos e movimentos pastorais abrilhantou a festa do Corpo e Sangue de Cristo que às 8h30 o Pe. André iniciou a procissão, com o Santíssimo Sacramento. Momento de muita emoção, onde é marcado pela reverência a Cristo, que por amor de nós fez-se pão repartido.

A origem da festa remete à devoção eucarística iniciada na França e na Bélgica, antes do século XII. Ligada à piedade do povo cristão, a solenidade também é lembrada pela influência das visões da monja agostiniana belga, Juliana de Cornillon, que mostravam o anseio de Cristo para que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque. Tais visões foram decisivas para o papa Urbano IV que, em agosto de 1264, publicou a bula Transiturus de hoc mundo. O documento determinou a celebração de Corpus Christi na quinta-feira após a solenidade da Santíssima Trindade. O Concílio Vaticano II vinculou a celebração ao mistério pascal de Jesus Cristo, dando novo significado à festividade.

Segundo Dom Leonardo Steiner, a solenidade de Corpus Christi é marcada por celebrações, procissão e o enfeite das ruas. “Mas o sinal mais significativo é a reverência a Cristo que por amor de nós fez-se pão repartido”, afirma.

Com rito solene e cânticos, a procissão, segundo Dom Leonardo Steiner, é a presença visibilizada de Jesus nas ruas e nas cidades. “Como expressão de nossa reverência e admiração, enfeitamos as ruas e lugares por onde Ele passará”, acrescenta.

A orientação da Igreja é para que a procissão aconteça após a celebração eucarística. Durante o percurso, de acordo com o costume, podem ser concedidas bênçãos eucarísticas em estações.

A tradição dos tapetes que ornamentam a solenidade de Corpus Christi no Brasil tem origem nos imigrantes açorianos, provenientes do arquipélago dos Açores, em Portugal. O Barroco, manifestação artística do século XVII, enriqueceu a festa com suas características e, desde a época colonial, uma profusão de cores, a música e expressões de grandeza marcam a festa.
CorpusChristi (18)CorpusChristi (15) CorpusChristi (10) CorpusChristi (19)CorpusChristi (11)CorpusChristi (12) CorpusChristi (13) CorpusChristi (14) CorpusChristi (24) CorpusChristi (25) CorpusChristi (1) CorpusChristi (2) CorpusChristi (23) CorpusChristi (22) CorpusChristi (21) CorpusChristi (20) CorpusChristi (3) CorpusChristi (5) CorpusChristi (8) CorpusChristi (7) CorpusChristi (4) CorpusChristi (9) CorpusChristi (6)