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Notícias da Paróquia › 05/08/2015

O Grupo da Costura confecciona enxovais para bebês de famílias carentes

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O mais antigo grupo de nossa Paróquia, o da Costura, teve início antes mesmo da comunidade se tornar Paróquia, em 1985, e continua em plena atividade graças à abnegação de um grupo de mulheres que se dedicam a confeccionar enxovais de bebê. Elas confeccionam de 15 a 30 enxovais por mês e os produtos são doados para pessoas carentes.

Integrante do grupo desde a sua criação, a coordenadora da Pastoral da Costura, Nélia Bastos Lacerda, explicou que, no início, o trabalho era feito num quarto localizado na antiga capelinha.

Inicialmente, eram apenas duas pessoas mas à medida que o tempo passava, outras mulheres da comunidade eram convidadas, se interessavam pelo trabalho e o grupo ia se ampliando. “O próprio grupo – destaca Nélia – comprava os tecidos para elaborarmos os enxovais o que acontece até hoje pois cada integrante colabora com um valor mensal para aquisição dos materiais.

Segundo Nélia, a Pastoral confecciona enxovais de bebê, sapatinhos e mantas, beneficiando pessoas de baixa renda que se inscrevem previamente na Secretaria da Paróquia com a Eliane ou o Vinicius. Contudo, explica a coordenadora, algumas pessoas em melhores condições muitas vezes se interessam e adquirem os produtos para dar presentes, destinando uma gratificação ao grupo, o que colabora para aquisição dos materiais. É o caso, por exemplo, de uma integrante do próprio grupo de costura que compra enxovais para doar a outras instituições. Algumas pessoas amigas do grupo também adquirem os enxovais e fazem doações para maternidades, como a Maternidade de Nova Iguaçu que recebeu dez kits.

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Hoje, o grupo conta com 14 pessoas que se reúnem, às segundas-feiras, de 13h às 17h, na residência da própria Nélia, no Recreio dos Bandeirantes. O espaço é bom e o grupo dispõe de seis máquinas de costura, além de uma portátil. As reuniões que eram feitas numa sala da igreja Matriz, passaram a ser na casa da Nélia após o início das obras de construção do Prédio Pastoral, e lá permanecem até hoje.

A coordenadora, que morava na Tijuca e mudou-se para o Recreio há cerca de 40 anos, acompanhou o crescimento do bairro e integrou inicialmente a Pastoral da Saúde. Ela ressalta sua satisfação em coordenar o grupo da Costura. “Em primeiro lugar – acentua – ajudamos as pessoas necessitadas que não têm condições de comprar estes produtos e além disso é uma oportunidade de fazermos amizades bastante duradouras”.

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